A metodologia 12 factor

A metodologia 12 factor consiste em um série métodos que você deve seguir para construir uma aplicação como Software-as-a-Service (SaaS).

Quando li sobre a 12-factor, ficou mais claro pra mim, como aplicações rodando em Cloud estão organizadas em provedores como Amazon AWS, Microsoft Azure, IBM Bluemix ou como soluções Cloud Foundry.

Fator 1 – Um código base em um repositório com multiplos deployments.

Utilize de um sistema de controle de versão como Git ou Subversion, e a partir deste código fonte faça o deploy em múltiplos lugares, como ambiente de desenvolvimento, homologação e produção.

Fator 2 – Declare e separa as dependências.

As dependências da aplicação devem estar fora do código fonte. Por exemplo, no arquivo package.json para uma aplicação em Node.js.
Com isso, o deploy de uma aplicação pode ser feito em diversos servidores, e assim não nos preocupamos com as suas dependências.

Fator 3 – Armazene configuraçòes no seu ambiente.

As configurações da aplicação devem estar fora do código fonte. Nos principais provedores de Cloud, essas configurações são declaradas como variáveis de ambiente.

Exemplo:
set PORT “8080”
set JDBC_URL “jdbc://db_server:port/”

Fator 4 – Trate serviços de apoio como recursos anexado.

Um serviço de apoio é qualquer serviço que a aplicação faça através da rede. Exemplos: Banco de dados (MySql/MongoDB), Sistemas de Mensagens/Filas, serviços SMTP para emails externos (tais como Postfix), e serviços do IBM Watson.

Você deve preparar sua aplicação para usar estes serviços independente do local onde estejam (local ou remoto), e usar variáveis de ambiente para alterar essas configurações. Podendo usar Web UI dashboard do provedor Cloud ou comandos como “cf create-service” e “cf bind-service” para ligar os serviços.

Fator 5 – Faça a separação do Build, Release and Run.

Separe as fases de:

  • Build = Pegue uma versão do código do repositório, forneça as dependências, compile binários e empacote.
  • Release = Envie o Build para um servidor, ajuste as configurações necessárias para que ele seja executado.
  • Run = Rode a aplicação no ambiente de execução, através do início de alguns dos processos da aplicação, para que ele esteja disponível para os usuários acessarem.

Fator 6 – Execute a aplicação como um ou mais processos stateless

Execute a aplicação como um ou mais processos que não armazenam estado.

Quando você cria aplicativos, use vários processos ou serviços conforme necessário.
Evite dependências em stick sessions e mantenha os dados da sessão em um armazenamento persistente para garantir que o tráfego possa ser roteado para outros processos sem interrupção do serviço.

Fator 7 – Exporte de serviços pela porta de TCP/IP

A aplicação lê a variável de ambiente e exporta o serviço através do bind a uma porta de TCP/IP, que recebe as requisições que chegam na mesma.
Depois você pode adicionar um servidor Nginx, que faz um proxy para esse serviço ou utilizar o serviço de roteamento de tráfico do seu provedor cloud.

Fator 8 – Escale atráves do uso de um processo modelo.

Escale horizontalmente a sua aplicação através da criação de processos modelos. Por exemplo, solicitações HTTP podem ser manipuladas para um processo web, e tarefas background de longa duração podem ser manipuladas por um processo trabalhador.

Fator 9 – Maximize a robustez com inicialização e desligamento rápido

Processos no 12-factor são descartáveis, significando que podem ser iniciados ou parados a qualquer momento. Um processo dever iniciar rapidamente, fazendo
o mínimo de ações. E quando o processo for encerrado, deve seguir o mesmo padrão.
Isso facilita o escalonamento, rápido deploy de código ou mudanças de configuração, e robustez de deploys de produção.

Fator 10 – Mantenha os ambientes de desenvolvimento, homologação, produção o mais semelhante possível

Manter ambientes semelhantes evita erros durante o processo de envio da aplicação para produção.

Ferramentas como Docker, Puppet auxiliam nisso. Outras soluções com Spaces no IBM Bluemix provem metodos efetivos para separar diferentes níveis da aplicação.

Esta abordagem permite a entrega de software ágil ( Agile Software) e a integração contínua (continuous integration).

Fator 11 – Trate logs como fluxo de eventos

Utilize os logs da aplicação para entender o funcionamento e utilização da sua aplicação.

A aplicação deve enviar as mensagens para a saída padrão e esta deve ser redirecionada para locais específicos de acordo com o ambiente onde a aplicação está executando, em desenvolvimento para um arquivo.

Exemplo: No Bluemix ou Cloud Foundry, o Loggregator coleta os dados de log em vários componentes do aplicativo e você pode visualizar atráves do comando cf logs.

Fator 12: Executar tarefas de administração/gerenciamento como processos pontuais

Crie tarefas que precisam ser executadas uma vez ou ocasionalmente em componentes separados que podem ser executados quando necessário em vez de adicionar o código diretamente em outro componente.
Por exemplo, se um aplicativo precisa migrar dados para um banco de dados, coloque essa tarefa em um componente separado ao invés de adicioná-lo ao código principal do aplicativo na inicialização.

E aí. Vai utilizar a metodologia 12-factor na sua próxima aplicação?

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Ofertas Gratuitas do Microsoft Azure

Dica bem interessante sobre o Microsoft Azure!

Se você tem uma conta no serviço de Cloud da Microsoft, pode aproveitar algumas opções gratuitas para qualquer tipo de assinatura.

Serviço Oferta
Serviço de Aplicativo Host de 10 aplicações Web ou Mobile
Hub IoT 3000 mensagens por dia, e controle 10 dispositivos IoT
Hub de notificação 1 milhão de push notifications por mês
Azure Active Directory (AD) Até 500.000 objetos no AD e single-sign-on para 10 aplicações por usuário
AD B2C 50.000 usuários para sua aplicação B2C, a aplicação pode ser Web ou Mobile
Rede Virtual 50 redes virtuais
Visual Studio Team Services Até 5 usuários
Application Insights Ilimitado número de Hosts ou Dispositivos
Azure Search 10.000 documentos indexados
Scheduler 3.600 jobs por mês
Log Analytics 500 MB de log para análise por mês

Mais detalhes veja no link https://azure.microsoft.com/en-us/free/pricing-offers/

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Lançamento do Connections 6.0

Em 31 de Março, uma nova versão do IBM Connections foi liberada. Algumas novidades da versão 6.0.

Orient me
Um novo conceito de homepage, onde as pessoas e comunidades mais importantes são apresentadas e priorizando conteúdos mais úteis da rede dos usuários.
Tecnicamente, o Orient Me migra de uma arquitetura baseada em IHS/WAS/DB2, para uma nova arquitetura baseada em Docker Containers (modelo de virtualização), que executam novas tecnologias como NodeJs/Redis/MongoDb/Nginx.
Futuras versões do Connections usarão essas tecnologias e serão atualizadas usando a arquitetura de containers, ao invés de aplicação de Fixpacks, ou migração lado-a-lado.
Enhanced communities
Recursos avançados de personalização de Comunidades fornece aos proprietários da comunidade opções adicionais para personalizar a sua comunidade.
Torna mais fácil organizar as informações e de modo muito mais atraente, dando ao usuário final uma aparência moderna para as comunidades.
Touchpoint
Permite o “onboarding” dos funcionários ao Conecte BB de maneira mais simples. Sugere colegas e comunidades para seguir, a fim de começar a trabalhar de forma mais eficiente.
Sincronização de Arquivos
A versão 6.0 fornece uma interface simples para sincronizar arquivos. Agora, a sincronização de arquivos suporta pastas.

 

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Um mundo cheio de Bots!

Hoje vou falar como os bots estão invadindo o nosso mundo.

Meu primeiro contato com bots foi em 2007, quando construí um bot  (veja aqui) para o IBM Sametime, que traduzia textos usando o Google Translator!!! Elas andaram meio sumidos, mas estão de volta com força total.

Mas o que são bots?

O termo bots vem de acrônimo para (ro)Bots, e de maneira simplificada são usuários digitais dentro de aplicações de chat como o Facebook Messenger, WhatsApp, Slack, … Estes “usuários” trazem notícias, produtos e/ou serviços dentro destas aplicações como se fossem uma conversa.

Como alguns exemplos de bots temos:

– Alexa: bot de voz da Amazon
– Amy: bot via email da x.ai
– Lyft: bot que informa o tempo de chegada estimado a algum lugar.
– Hipmunk: bot que faz reserva de viagens

Num mundo cheio de páginas Web e Mobile Apps, por que expor serviços via conversa?

1) Acessamos a Internet mais via celular do que via navegadores. O que fez com que o mercado ficasse saturado de aplicações móveis. Você, como usuário, não vai instalar todas as aplicações que encontra, correndo o risco de deixar o seu celular lento. E caso for utilizar um serviço, não vai instalar, usar uma vez e desinstalar.
Se você verificar teu celular, verá que terá pelo menos 3 aplicações de mensagens, no meu caso: SMS, email, Facebook Messenger, WhatsApp,…

2) Usuários passam a maior parte do tempo de uso de um celular, utilizando aplicações de chat.

3) Plataformas de chat já expõe esses serviços, Slack em 2015, Facebook, Apple e Skype em 2016.

4) As tecnologias de reconhecimento de linguagem natural expostos via APIs.

A adoção de Bots está apenas começando, e vale a pena acompanhar a sua
evolução.

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Conhecendo o ELK stack

O ELK Stack consiste da união das ferramentas Elasticsearch, Logstash e Kibana.

Juntas, estas ferramentas tem capacidade para tratar grandes quantidades de dados em tempo real, organizar os dados e prover a visualização através de gráfico, tabelas, etc. É uma ótima opção para iniciar em Big Data. O ELK Stack é utilizado por empresas de renome como LinkedIn, GitHub e Twitter.

Componentes do ELK Stack:

  • Elasticsearch
    Ferramenta que faz a indexação dos dados e consulta a estes índices e dados, provendo real-time analytics. Possui outras características como Escalabilidade,
    Alta-disponibilidade, multi-tenant. Full text search.
  • Logstash
    É a ferramenta que faz captura das informações em arquivos (csv, logs, …), processa e gera o output para o Elasticsearch ou outro formato de dados.
  • Kibana
    É um dashboard Web para trabalhar os dados coletados. Suas principais características são pesquisa e visualização através gráfico de torta,
    gráfico de barras, trendlines, mapas, etc.

Estas ferramentas trabalham muito bem juntas, mas cada uma destas ferramentas tem o seu próprio projeto, e são desenvolvidas de forma independente.
As ferramentas tem o código fonte aberto (open-source), mas tem o suporte pago através da empresa Elastic.

Algumas empresas que estão utilizando o ELK:

Para conhecer um pouco do ELK, existe uma demo muito bem montada do dashboard Kibana, a qual
mostra vários aspectos da ferramenta e sua capacidade de utilização no Negócio ou na area de TI.
A demo está disponível no endereço http://demo.elastic.co .

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Experimentando uma nova forma de trabalhar!!!

Agora você pode experimentar por 60 dias, o IBM Connections Cloud.

O Connections Cloud ajudarão a melhorar a produtividade dos seus colaboradores, aprofundando os relacionamentos entre eles e com seus clientes, além de gerar novas idéias em um único lugar.

O teste gratuito inclui:

  • 60 dias com acesso a um conjunto integrado de ferramentas de colaboração e rede social para empresas.
  • Número ilimitado de web reuniões para até 199 participantes
  • Webmail, calendário e contatos
  • 25 contas, cada um com 1,0 GB de colaboração e 1,0 GB de e-mail (após aquisição os limites saltam para 1TB/25GB respectivamente)
  • Um guia para ajudá-lo a obter o máximo de seu “test-drive”

Para acessar clique no link http://www.ibm.com/cloud-computing/social/us/en/startatrial/

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